Posts filed under 'Cultura de Paz'

Invisibilidade pública

Gente invisível

Psicólogo investiga a vida das pessoas que, ao vestir um uniforme, ganham invisibilidade – são tratadas como se não existissem

PAULA MAGESTE

Em novembro de 1994, o então estudante do 2º ano de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) Fernando Braga tornou-se invisível.

Leia toda a matéria da Revista Época

Enviado por Ione Xamã – São Paulo-SP

Add comment 25/09/2008

Acenda uma vela pelo Tibete

Quer fazer alguma diferença no mundo?

Quer deixar a sua marca pessoal para futuras gerações?

Quer ser parte de acontecimentos que mudarão a história?

Quer que a sua voz seja ouvida?

Se a resposta é sim, por favor registe-se para adicionar a sua luz e Junte-se a 100,000,000 de pessoas nomaior PROTESTO DE LUZ no mundo por um Tibete Livre!

http://www.candle4tibet.org/pt/

Enviado por Marcelo Marcolino – São Paulo-SP

Add comment 11/07/2008

Acabem com as bombas cluster!

Bombas cluster (ou de fragmentação) matam crianças e outros civis mesmo depois do fim da guerra. Essa semana temos a chance de banir estas perigosas armas de uma vez por todas. 109 países estão na etapa final da elaboração de um tratado para banir as bombas cluster, porém alguns países estão tentando enfraquecer o tratado.

O lobby dos fabricantes de armas é muito forte, porém, através da Internet, podemos mobilizar um grande número de pessoas nos países que estão negociando o tratado. O Brasil produz e armazena bombas cluster, e Portugal ainda armazena estas perigosas armas.

O mundo precisa se manifestar contra as bombas cluster, e esse é o momento. O tratado para banir estas armas será assinado esta semana. Acesse o site abaixo,  preencha o formulário e leia a mensagem que será enviada ao seu líder!

Envie sua mensagem agora!

http://www.avaaz.org/po/ban_cluster_munitions/99.php?cl_tf_sign=1

Uma iniciativa da AVAAZ – O mundo em ação

Add comment 28/05/2008

Cartilha: Paz, como se faz?

  • Respeitar a vida
  • Rejeitar a violência
  • Ser generoso
  • Ouvir para compreender
  • Preservar o planeta
  • Redescobrir a solidariedade

SEMEANDO CULTURA DE PAZ NAS ESCOLAS

Essa cartilha, escrita por Lia Diskin e Laura Gorresio Roizman, tem como principal objetivo o desenvolvimento da criatividade, do diálogo e da aceitação do outro como estratégia educativa para a construção de uma Cultura de Paz. Para transformar os valores da Cultura de Paz em realidade na vida cotidiana, as autoras apostam na educação para criar e incentivar processos inclusivos na juventude.

A cartilha apresenta textos teóricos baseados nos quatro pilares da Educação do futuro – aprender a conhecer, a fazer, a viver junto e a ser – e nos seis princípios do Manifesto 2000 da UNESCO – respeitar a vida, ser generoso, ouvir para compreender, redescobrir a solidariedade, rejeitar a violência e preservar o planeta. Sugere também muitas atividades voltadas principalmente para o público jovem,como jogos, dinâmicas de grupo, espaço de leituras, artes manuais, discussão sobre os meios de comunicação e outros.

Add comment 27/05/2008

Ajudando o Tibet

Colaborem assinando uma petição urgente pedindo para o governo chinês ter cautela e respeito pelos direitos humanos no Tibet, e para eles abrirem o diálogo com o Dalai Lama. A crise no Tibet está séria, por isso precisamos participar dessa campanha. Basta clicar no link para assinar a petição:

http://www.avaaz.org/po/tibet_end_the_violence/98.php/?CLICK_TF_TRACK

Depois de quase 50 anos de domínio chinês, os tibetanos estão demandando mudanças. Enquanto a violência se espalha no Tibet e na região, o governo chinês decide entre, aumentar a repressão ou se abrir para o diálogo. O futuro do Tibet estã sendo decidido agora e nós podemos afetar essa decisão.

No ano das Olimpíadas de Pequim a China está preocupada com a sua reputação internacional. Eles querem mostrar uma China moderna, uma potência global respeitada pelo mundo. Mas Olimpíadas e violência não combinam e a China precisa decidir qual imagem vai passar para o mundo.

Podemos chamar a atenção do governo chinês para fazer a escolha certa em relação ao Tibet, mas para isso precisamos de uma avalanche de apelos de todas as partes do mundo. Clique abaixo para assinar a petição para o Presidente Hu Jintao pedindo cautela no Tibet e diálogo com o Dalai Lama. Divulgue para seus amigos. Essa petição foi organizada pela Avaaz, eles querem levantar 1 milhão de assinaturas para entregar a petição para autoridades chinesas:

http://www.avaaz.org/po/tibet_end_the_violence/98.php/?CLICK_TF_TRACK

Obrigado pela ajuda!

http://www.avaaz.org

Add comment 19/03/2008

Pouco tempo para o Tibete

Aninhada na encosta de uma montanha, com suas ruas estreitas e pequenas lojas, a cidade mais parece uma simples base para os montanhistas a caminho dos picos nevados do que a residência de um líder religioso tão famoso e admirado.

Retiro espiritual
No entanto, essa pequena cidade indiana é única. Seus moradores são uma mistura notável de negociantes locais, refugiados tibetanos, peregrinos piedosos, europeus cansados da civilização e americanos em busca de significado para suas vidas. Muitos vêm para cá procurar um retiro espiritual do mundo materialista ou – como um grupo de israelenses – um lugar agradável para fumar maconha sem ser incomodados.

Monges tibetanos com cabeças raspadas e túnicas vermelho-escuras conversam na pequena praça da cidade à tarde. Cartazes nas paredes pedem “Liberdade para o Tibete” e o boicote às Olimpíadas de Pequim em 2008 se a ocupação do Tibete continuar. Peregrinos do mundo inteiro esperam com ansiedade permissão para entrar na residência do Dalai Lama.

Nesta manhã de segunda-feira chegou uma grande delegação de budistas mongóis. Alguns cidadãos chineses da República Popular também estão aqui.

Eles não se deixaram enganar pela propaganda de Pequim, que denuncia o Dalai Lama como um “traidor” e “separatista” . “Ele é o guru do meu coração”, sussurra uma bonita estudante do sul da China, de rabo-de-cavalo.

O Dalai Lama atende seus conterrâneos antes de se dedicar aos visitantes estrangeiros. Cerca de 308 tibetanos, a maioria deles agricultores e pastores, esperam em silêncio por ele, o rei divino, no terreno em frente a um templo. Eles usam jornais para se proteger do sol forte da primavera enquanto crianças brincam entre eles.

Esperança para o Tibete
Alguns atravessaram clandestinamente a fronteira do Tibete para o Nepal – coisa perigosa de se fazer, pois as patrulhas de fronteiras chinesas às vezes abrem fogo. Recentemente eles atingiram uma monja fugitiva em uma geleira. Outros visitantes têm visto oficial para o Nepal. Guias que conhecem bem o território os trouxeram através da fronteira para a Índia.

A maioria desses peregrinos volta para seu país depois de algumas semanas, mas muitos ficam para o resto da vida. Eles entram em um dos mosteiros tibetanos na Índia, ganham um lugar num lar para idosos ou freqüentam a escola em Dharamsala. Os refugiados incluem um número notável de crianças cujos pais ficaram para trás no Tibete.

Os soldados indianos se mantêm atentos. Um guarda-costas em roupas civis assume sua posição, armado com uma metralhadora que poderia ter vindo do arsenal da ex-potência colonial britânica. Às 10 da manhã em ponto, o Dalai Lama caminha entre a multidão. Ele não se senta numa grande cadeira que foi colocada para ele. Aos 71 anos, ele fica de pé, falando em um microfone cor de laranja por cerca de uma hora.

Seu discurso é mais político que religioso. “Vocês fazem parte da nossa luta. Vocês vão continuá-la. Vocês mantém o espírito e a cultura tibetanos vivos. Vocês são os mantenedores da fé e da identidade”, ele incentiva a platéia.

O Dalai Lama cita Mao Tse-tung e Deng Xiaoping. Ele insulta os chineses e ao mesmo tempo os elogia. A China sofreu “grandes mudanças” nos últimos anos e não deixará de se reformar, ele diz. É por isso que ainda há esperança de que o Tibete consiga se libertar do jugo chinês, ele continua.

O tempo está se esgotando
O Dalai Lama faz essas aparições públicas somente uma ou duas vezes por mês.

O objetivo é dar a todos que vêm do Tibete a oportunidade de vê-lo. Ele parece alegre e descontraído – e não dá a impressão de um homem cujo tempo está se esgotando. Mas também sabe que as probabilidades de ele voltar a Lhasa estão diminuindo a cada dia que passa.

Não há progressos nas negociações com os chineses sobre o futuro do Tibete.

Os dois lados simplesmente “esclareceram suas posições” nos últimos três anos, o que significa que o Dalai Lama não busca mais a independência.

Agora, como ele disse à SPIEGEL em uma entrevista, Pequim indicou que quer continuar o diálogo, mas não definiu qualquer cronograma para isso.
Pequim aposta que o tempo trabalhará a seu favor. Evidentemente os chineses querem esperar com paciência até que o Tibete perca o Dalai Lama – e o mundo perca um mestre que durante quase 50 anos atuou como o maior agente publicitário do Tibete, estabelecendo contatos estreitos com Washington, Bruxelas e Hollywood.

Os chineses calculam que quando o líder de 71 anos morrer o interesse do Ocidente pelo lugar místico que é o Tibete vai desaparecer, a procura por Xangrilá terminará e a pressão política sobre Pequim derreterá como as velas de manteiga nos altares dos mosteiros locais.

“Os chineses não confiam em nós. Eles não confiam em Sua Santidade”, queixa-se Thubten Samphel, o porta-voz do governo no exílio. Mas, ele diz, os tibetanos não podem fazer mais concessões do que já fizeram. “Temos nosso orgulho. Fomos até onde pudemos ir, mas esse é o limite.”

Pessoas como Samphel podem ver os efeitos que 50 anos de domínio chinês tiveram sobre seus conterrâneos. “Os jovens tibetanos que chegam aqui não falam tibetano entre si, falam chinês”, ele comenta com tristeza. “Eles querem conhecer uma mulher branca aqui em Dharamsala e então partir para os EUA ou a Europa.”

Outros estão se tornando cada vez mais impacientes. Kelsang Phuntsok, 45 anos, presidente do Congresso da Juventude Tibetana, é um desses ansiosos.

“Estamos muito preocupados com o que acontecerá ao Tibete depois da morte do Dalai Lama”, ele diz.

Sentado em seu escritório desorganizado, Phuntsok não esconde sua opinião de que “o caminho do meio” da autonomia pretendida pelo Dalai Lama é um enorme erro: “Estamos falando de independência, e não de autonomia. As pessoas têm independência em seus corações. Nós acreditamos nisso”.

“O conceito de violência não acabou para nós”, ele diz. “Matar chineses é a coisa mais fácil do mundo. Mas é inútil nesta fase.” Uma greve de fome na frente do edifício da ONU em Nova York faz maior pressão contra Pequim do que atentados, diz o jovem funcionário político.

O líder rebelde sul-americano Che Guevara é seu grande ídolo, ele confessa antes de se despedir. “Temos força para levar o movimento tibetano em outra direção”, ele diz.

Caminho para a democracia
Em um futuro Tibete autônomo, o Dalai Lama quer um sistema político com “liberdade de expressão e o regime da lei”, ele insistiu na entrevista à SPIEGEL. Mas o espírito da democracia até agora não conseguiu florescer em Dharamsala – iniciativas para fundar partidos políticos no exílio ainda não deram resultados.

“O sistema democrático foi adotado por Sua Santidade”, diz timidamente o primeiro-ministro Samdhong Rinpoche. O que ele quer dizer é que o sistema democrático não é produto da pressão popular “de baixo”, nem a expressão de um desejo genuíno de participação política. É simplesmente um sistema que atrai o Dalai Lama. “As pessoas têm dificuldade para imaginar uma liderança política que não seja também religiosa”, diz Samdhong.

Ele e os outros lamas e ministros estão constantemente imaginando o futuro do budismo tibetano. O que aconteceria se o Dalai Lama anunciasse no fim de sua vida que não haverá uma 15ª reencarnação no exílio? “Estamos considerando um modelo parecido com o do Vaticano”, diz o líder do governo.

O simpático monge Thupten Ngodup é uma pessoa que poderia exercer considerável influência sobre a questão do sucessor do Dalai Lama. Suas feições são surpreendentemente suaves para um homem de 49 anos, e ele tem uma risada franca. Mora no mosteiro de Nechung em quartos com vista para o profundo vale lá embaix

o.

Ngodup gosta de flores e cachorros, e provavelmente tem o emprego mais misterioso do mundo: ele é o oráculo oficial do Tibete, cuja função é prever o futuro do Dalai Lama. Seu antecessor pediu que o rei divino, que na época tinha 24 anos, fugisse do Tibete durante a insurreição.

O Dalai Lama – que gosta de se cercar de cientistas, filósofos e pensadores internacionais – tem uma crença inabalável nas forças sobrenaturais misteriosas. O mesmo parece valer para a jovem chinesa de rabo-de-cavalo, a última peregrina que ele recebe nessa manhã. “Você tem de viver para sempre!”, ela diz em inglês. “Prometa!”

O Dalai Lama olha para ela, sorri e não diz nada

Yahoo Grupos – Sakya Kun Khiab Cho Ling

Texto enviado por Marcelo Marcolino – São Paulo-SP

Add comment 02/04/2007

Impeça o choque de civilizações

Demande verdadeiras negociações de paz agora!

Dizem que a humanidade esta sofrendo um crescente “choque de civilizações” entre o Islã e o Ocidente. Mas o choque não é cultural e sim político e juntos podemos impedir que ele aconteça.

Mas por onde começamos? O maior símbolo desse choque é o conflito Israelense-Palestino e ele já está durando tempo demais: é hora de tomar uma iniciativa.

Assista nosso vídeo e assine a petição
. Quando lideres internacionais se reunirem no fim de março, nossa mensagem será entregue de uma forma que eles não esquecerão…


MOBILIZE-SE AGORA >>


Mensagem enviada por Chico Abelha – Canadá

2 comments 07/03/2007

Viramos turcos!

Por Khalid Tailche

“Viramos turcos para permitir-nos o que o céu não consente aos otomanos?”. Estas são as exatas palavras de Otelo, o nobre mouro árabe a serviço da República de Veneza, no segundo ato da obra homônima de William Shakespeare. À época de Shakespeare, mais especificamente quando a peça Otelo foi ensaiada pela primeira vez, em 1604, o Império Turco invadira os paises árabes, desde o Egito, controlando o mar Mediterrâneo em boa parte da Europa Ocidental, e foi até a Hungria. A invasão turca representava, por um lado, uma ameaça para os europeus, e por outro, a consolidação de uma má fama para os turcos. Sob o Império Turco, milhares de pessoas foram massacradas, e outras milhares foram exiladas para longe de sua terra.

A ironia é que, no nosso tempo, os inimigos de ontem podem ser os aliados de amanhã. A Turquia, monstro que ameaçava seus vizinhos, acaba sendo a ponte que liga a Europa ao Oriente Mulçumano. Apesar da história sangrenta da morte de milhares de armênios – em um dos massacres mais violentos da história mundial -, a invasão do mundo árabe e a ameaça à Europa, a Turquia é hoje um país democrático que quer fazer parte da União Européia. E por que não, já que a capital da Turquia localiza-se no lado Europeu da Turquia, e não no lado asiático?

Os dois países árabes que têm fronteiras com a Turquia são Iraque e Síria. Até hoje podemos observar várias palavras da língua turca no dialeto iraquiano. O efeito não pára por aí. As relações econômicas e políticas entre a Turquia e os países árabes também mudaram. Da mesma forma que se aproxima dos países europeus, na posição de país amigo e possível aliado, não perde seu papel de liderança na região. Mesmo assim, a longa invasão turca ao mundo árabe criou certa sensibilidade entre os árabes e os turcos, que pode ser observada até hoje, registrada na memória do mundo árabe em geral.

Longe da Turquia, no continente americano, está o Brasil, um país que abarca uma variedade étnica imensa. Cosmopolita, apresenta mistura de raças de vários países. Tanta diversidade cria muitas vezes dificuldades no entendimento das diferenças culturais e históricas, gerando um senso popular sobre as raças e suas origens. No caso dos árabes, muitas vezes ficaram surpresos pelo fato de serem chamados de turcos!

O apelido não agrada aos árabes, mas justifica-se, pois na época do principal fluxo de imigração árabe para o Brasil, estes chegaram com passaportes do Império Otomano, que ocupava seus países naquele momento. Também por causa da música e da comida, muitas vezes semelhantes nos vários países árabes e na Turquia, a confusão cultural se espalhou. Desde então, árabes têm sido chamados de turcos e sentem-se ofendidos, pois muitos brasileiros não compreendem a diferença.

A questão que se apresenta é: será que o nosso mundo globalizado de hoje vai nos aproximar uns aos outros, criando uma harmonia maior entre os países do mundo e seus povos, ou o antigo lobo cobiçoso só mudará sua aparência, mas não seu comportamento, guardando escondidos seus dentes afiados? Não sabemos, mas o futuro nos dirá. Há esperança de que os povos comecem a aprender a respeitar os outros e a conviver com mais harmonia e sem preconceitos. Assim, o passado não será mais amargo, e todos nós seremos chamados de turcos, árabes ou brasileiros com prazer!

Correio do Icarabe – Ano 3 – Edição nº 89
Instituto de Cultura Árabe – www.icarabe.org

Khalid Tailche, graduado em literatura no Iraque, nasceu em Mosul, Iraque, e vive há 19 anos no Brasil

Add comment 22/02/2007

Road to nowhere


Cristian Marini

Add comment 10/01/2007

Guardiã do Planeta Terra

DADI JANKI – Guardiã do Planeta Terra

Dadi Janki, ioguina indiana de 86 anos de idade, foi considerada pelo Instituto de Pesquisa Médica e Cientifica da Universidade do Texas (USA) como “a mente mais estável do mundo” porque, mesmo testada em situações tensas e perigosas, seu eletroencefalograma marcou a presença constante de ondas DELTA, as ondas mais positivas e lentas presentes na atividade cerebral.

Ela recebeu da ONU o título – por sinal muito raro de ser concedido – de “Guardiã do Planeta Terra” por seu trabalho em prol de mentes mais livres e pacíficas.

Quando lhe perguntaram, em sua recente visita a São Paulo (SP) – Brasil – a receita de uma mente tão tranqüila e sem pesos, ela respondeu:

“Muito amor no coração, por todos e nenhum apego por ninguém …
Tentar não prejudicar pessoa alguma, minimamente que seja, e eliminar da mente qualquer pensamento negativo, fazendo disso um exercício diário…
Ter a certeza de que não estamos aqui nessa vida na Terra à-toa, mas para cumprir o destino da evolução…
Não esquecer de que somos caminhantes, sem dependências ou estabilidades…
Quem não percebe isso se torna escravo do desnecessário e vive a poluir sua mente”.

NOTA: Informações sobre Dadi Janki são facilmente acessíveis pela Internet.

Texto enviado por Andrea Bussad – SP

Add comment 18/08/2006


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