Abaixo-assinado em defesa animal

26/07/2008

Ambientalista há mais de 25 anos e vereador na cidade de São Paulo, Roberto Tripoli, autor de diversas e pioneiras leis em defesa da fauna, juntamente com Organizações Não-Governamentais, pedem o seu apoio ao Código Federal de Bem-Estar Animal.

Em 136 artigos o Projeto de Lei n. 215/2007, que institui o Código Federal de Bem-Estar Animal, é a grande esperança para acabar com a crueldade e maus-tratos aos animais.

Sabemos que a tramitação de um projeto deste porte no Congresso Nacional gera polêmica e que muitos parlamentares não se importam com a Vida Animal. Por isso a sua participação é fundamental! Precisamos solicitar agilidade e urgência ao Congresso Nacional, destinatário das nossas assinaturas, para aprovação deste projeto.

Esteja conosco nessa luta e lembre-se:

“A GRANDEZA DE UMA NAÇÃO PODE SER JULGADA PELO MODO COMO SEUS ANIMAIS SÃO TRATADOS.” (GANDHI)

ASSINE O ABAIXO-ASSINADO AGORA!

Assista ao vídeo! Um exemplo de abate não-humanitário, comumente praticado no Brasil! Todos, vegetarianos e, principalmente, os não-vegetarianos, deveriam se mobilizar contra este tipo de tratamento violento! Hoje, já existem técnicas, amplamente divulgadas, para minimizar o sofrimento dos bichos…

Informações enviadas pela jornalista Renata Bucciarelli

Entry Filed under: Reflexões, Valores Humanos. .

5 Comments Add your own

  • 1. Ragda  |  03/08/2008 at 23:46

    Realmente e terrivel o que assisti. Ver este homem com um machado na mao indo matar o pobre (animal) e ver a dor que ela passava e tremer ate morrer. Sou contra e condeno este tipo de violencia. Esta forma de matar animais para consumo do ser humano deve parar urgentemente. O Brasil deve mudar e aprender com os paises desenvolvidos a como por o fim da vida destes animais sem fazer eles sofrerem. Coloco clara a minha contribuicao contra este tipo de tratamento contra os animais brasileiros. Temos que fazer este abaixo assinado dar certo para a lei brasileira por em acao em todos os estados do Brasil. Sinceramente.

    Responder
  • 2. HASSIN GHANNAM  |  15/08/2008 at 20:41

    Amigos,

    Desejo aqui e agora expressar o meu pesar e tristeza frente esta atitude criminosa e desumana do homem sobre o animal.

    Depois de ver o vídeo, tenho chorado como criança sem saber o que fazer. Um lamento que me corta o coraçao pela maldade que existe no interior do homem, sua covardia, sua crueldade, sua estupidez.

    Vocês viram o vídeo e devem ter notado como o animal é puxado para a morte: à força, sem defesa alguma, pois ele sequer pode defender-se.

    O pobre animal é levado à força e amarrado.

    Ele entra naquela câmara mortuária sabendo que (eles) “os verdadeiros animais” irão matá-lo.

    Suas pernas estão duras e a sua cabeça trata de escapar ao golpe do machado.

    O medo toma conta do pobre animal que escorrega e cai naquele piso escorregadio, cheio de sangue.

    Para logo depois ser morto a machadada sem dó e piedade.

    Quantas ações criminosas como essa acontecem por dia?

    E tudo isso acontece porque nos gostamos de comer a carne.

    Todo um comercio desumano e criminoso se forma para atender o nosso apetite e a nossa vontade.

    Tudo nesse planeta é dinheiro, e para ganhá-lo não importa os meios nem a barbárie cometida pelo homem para alcançá-lo.

    Quantas pessoas se sentam à hora sagrada da refeição e comem sua carne sem ao menos agradecer ou respeitar; que para ela estar ali na forma de um bife ou de um assado, tanta dor e sofrimento teve que passar um ser vivente para sermos dignos do deleite de comermos a sua carne.

    Será que essa carne nos fará bem ao ser ingerida?

    Conhecendo a física e sabendo que a carne é formada de milhares células que são seres inteligentes e criadores; e que na hora do abate todas elas (ou seja, o boi) irão fabricar uma toxina expelida pelo medo e pelo ódio que será derramada numa reação em cadeia, e permanecerá por toda a extensão da carne do animal depois de morta.

    Essa toxina entrará no nosso organismo ao comê-la, e ela saberá que somos cúmplices deste crime, então que bem poderá nos fazer esta carne em nosso organismo?

    Podemos fechar os olhos e dizer:

    - Ah, eu não posso viver sem a carne!

    - Ou, “eu só como porque não vejo como matam” e etc.

    Mas pensemos diferente:

    E se fosse nós que estivéssemos ali para o abate, como seria?

    E se fosse o nosso filho, o nosso irmão, pai ou mãe?

    Isso doeria em você?

    Se isso dói em você, não crê que também dói ao animal, e quem o gerou?

    Você já notou que quando a vaca acaba de parir um bezerro ela o protege, ama e amamenta?

    Se ela faz isso ao bezerro significa o que? Que ela é um pedaço de carne com valor agregado ou um ser vivente igual a nós mesmo?

    Um ser que ama, que sente a dor da separação, que precisa comer, dormir, fazer suas necessidades, não é igual a nós mesmos!

    Qual a diferença que temos dos animais além exceto da possibilidade de manejar veículos, armas de destruição, jogar futebol, pular carnaval e etc.?

    Isso nos faz melhor que eles?

    Que direito temos realmente sobre o destino de uma vida que sequer pode se defender?

    Por que acreditamos que somos superiores e portanto com direitos concedidos por Deus sobre a vida ou a morte dos nossos irmãos planetário?

    Que mundo é esse que vivemos?

    Seremos mesmo seres humanos ou uma farsa?

    Começo a achar que nós somos aliens carnívoros destruidores de vidas indefesas.

    Para que vamos a igreja rezar?

    Para que vamos à escola?

    Para aprendermos a ser brutos?

    Isso amigos, se chama covardia!

    Isso se chama crime!!

    Isso se chama impiedade!

    É nisso que a humanidade se converteu.

    Estamos esquecendo-nos de amar e convertendo-nos em seres impiedosos e moralmente decrépitos.

    Eu vos peço em nome do amor e da piedade: Mudem seus hábitos na hora de comer.

    Façam um esforço “não com a barriga”, mas com o coraçao e a consciência, pois só eles pode discernir o certo e o errado.

    Eu tenho certeza que se cada um de nós mudarmos, outros também irão mudar, e dessa forma, juntos criaremos um mundo de amor; e nele poderemos almejar a paz em toda a sua extensão e pureza.

    Hassin Ghannam

    Hassin Ghannam

    Como desejar a Paz, se comemos a diário a carne dos nossos animais?
    Animal para mim, é o próprio homem, desprovido de Amor, bondade, compaixao e piedade.
    ***Hassin Gha

    Responder
  • 3. stephanie  |  18/10/2008 at 18:17

    Nunca me senti tão horrorizada em toda minha vida.
    como pode????
    vc que está lendo este depoimento agora, imagina,como o coitado deste bichinho sofreu?
    DIGA NÃO AOS MAUS TRATOS CONTRA ANIMAIS

    obs:: assista ao vídeo

    Responder
  • 4. Renata Bucciarelli  |  05/02/2009 at 17:32

    TENDÊNCIAS/DEBATES – (15/1/2009) na Folha de SP

    Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. debates@uol.com.br

    Resposta ao artigo de:
    Em defesa da caça
    ANTONIO AUGUSTO MARTINS CESAR

    **********************************************************************************************

    Em defesa do caçado

    RENATA BUCCIARELLI

    A atriz Maitê Proença disse uma frase – “Se o desorientado do Bush caçasse, não teria invadido o Iraque”.
    Realmente ela foi muito infeliz em seu comentário; mas me pergunto: – Qual o sentido da frase? Será que ela não estava querendo usar uma metáfora? Será que ela estava falando do ex-presidente americano ou da caça?
    Isso criou uma enorme polêmica. Acho Maitê Proença uma ótima atriz, repito, foi um comentário extremamente infeliz,
    mas essa frase não muda em nada a minha forma de pensar.
    A partir desse comentário os ambientalistas se manifestaram, isso é óbvio, mas está claro também que os que apóiam a defesa dos caçadores, pegaram carona na fama da atriz para usá-la como bandeira a favor da caça.
    Quanto a sua frase: – “Em poucos países do mundo a caça é assunto tão universalmente abominado quanto no Brasil”, não entrarei no mérito da questão porque gramaticalmente ela é digamos assim um tanto quanto… difícil de entender.
    A caça não traz beneficio algum em qualquer lugar desse planeta, só em caso de fome, universalmente falando.
    Sr. Antonio Augusto existe na natureza uma coisa muito séria chamada Equilíbrio, não sei se o sr. já ouviu alguma coisa ou pesquisou sobre esse assunto. A maior força do mundo é a da natureza, quando enfurecida nada pode contra ela.
    Funciona mais ou menos assim, “um exemplo”, se os caçadores matarem indiscriminadamente os jacarés, o rio vai quadruplicar o numero de piranhas, aí não passa gente, animais, barcos, etc. Afeta o turismo que é uma indústria que gera milhões para esse belo país. Gera muito mais do que a sua pesquisa de 75% do orçamento dos Game and Fish Departments dos EUA.
    O sr. lida com leis, sabemos que algumas delas são burladas em quase todos os sentidos, em todos os países, todos os dias. A corrupção está na nossa frente diariamente, os veículos de comunicação estão aí para mostrar. As pessoas muitas vezes querem gritar, querem ser ouvidas, ligam, denunciam, fazem abaixo assinados, se sentem revoltadas, indignadas, injustiçadas e não conseguem nada por inúmeros fatores como condição social, falta de dinheiro, burocracia e por aí vai…
    Na África continua o contrabando de marfim, mãos de gorilas vendidas como cinzeiro, diamantes, crianças com armas na mão matando os próprios pais, isso é proibido mas continua, a coisa é muito mais séria e profunda do que o sr. pensa.
    Por outro lado, existe o “Parque Kruger” que é uma reserva com animais livres vivendo naturalmente, onde com jipes adequados e guias, as pessoas fazem safaris fotográficos. Isso gera renda e emprego para muitas pessoas, além de movimentar o mercado do turismo e da fotografia, sem machucar ou incomodar os animais.
    Em muitos lugares da África a vida humana não vale nada que dirá a dos animais.
    Vivemos em uma democracia não é? O sr. acha uma pena a proibição da caça porque quando bem regulamentada, traz benefícios para economias, populações envolvidas e meio ambiente.
    Eu não acho, aliás eu sou radicalmente contra. Civis, com alto índice de crianças, morrem todos os dias vítimas de balas perdidas, assaltos,confrontos; está difícil desmantelar o tráfico de armas, temos problemas suficientes com armas, não precisamos mesmo discutir ou debater sobre caça, isso é um despropósito.
    Mesmo sendo proibido aqui no Brasil muita gente caça, temos também a farra do boi, os animais sofrendo maus tratos em circos, é um assunto que está sempre em pauta, na mídia, governo e sociedade civil.
    Nesse novo e rico mercado chamado Terceiro Setor não existe aventurismo nem ecologismo, trata-se de “Ambientalismo” e “Turismo Ambiental”. Nesses dois setores geradores de empregos, atuam ministros, vereadores, deputados, médicos, engenheiros, jornalistas, fotógrafos, agrônomos, paisagistas, dentistas, agências de viagem, mídia, veterinários, professores, advogados, Ongs, estudantes, até voluntários; enfim além da preocupação com o meio ambiente, a geração de renda é muito grande, muita coisa é debatida, discutida, pode acreditar.
    Desculpe mas procurei a palavra aventurismo em dois dicionários e não encontrei.
    Quanto aos “caçadores enrustidos” que o sr. se refere, realmente não entendi bem essa parte.
    A vida tem que ser respeitada – enfrente um animal em pé de igualdade e você perceberá que não é tão inteligente como pensa, essa é a minha verdade, pelo menos é nisso que acredito.
    A multidão apreciaria muito mais viver em um país onde se respeita o planeta, o homem, a fauna, a flora, a água,
    a educação, a saúde, o saneamento básico, a segurança, a comida no prato e o salário no bolso.
    Deixemos os animais em paz, eles tem muito o que nos ensinar.

    Renata Bucciarelli
    Jornalista, 47

    **********************************************************************************************************************************************

    TENDÊNCIAS/DEBATES

    Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. debates@uol.com.br
    Em defesa da caça
    ANTONIO AUGUSTO MARTINS CESAR

    UMA FRASE da atriz Maitê Proença (“Se o desorientado do Bush caçasse, não teria invadido o Iraque”) levantou uma polêmica que tem o efeito positivo de abrir espaço para a discussão de um tema cercado de preconceitos.
    Em poucos países do mundo a caça é assunto tão universalmente abominado quanto no Brasil. É pena. A caça, quando bem regulamentada, traz benefícios para economias, populações envolvidas e meio ambiente. Pode-se gostar ou não da ideia de caçar, mas renegar a atividade como um todo, a priori, é uma grande besteira.
    A primeira confusão na cabeça das pessoas que não querem nem ouvir falar do tema é não saber diferenciar caça legal de caça ilegal. É algo como pensar que tudo o que entra no país, do exterior, é contrabando.
    A caça legal é uma indústria que movimenta muito dinheiro por ano no mundo todo e, nos países onde a prática é regulamentada, tem o aval, se não a coordenação direta, dos ministérios envolvidos com a conservação do meio ambiente. A caça ilegal é praticada por criminosos, geralmente em regiões remotas de países com poucos recursos para fiscalização.
    Por que a regulamentação da caça pode ser benéfica? a) Gera receita para conservação.
    Cerca de 75% do orçamento dos Game and Fish Departments dos EUA, responsáveis pela aquisição de terras e manutenção de parques, decorre direta ou indiretamente da caça.
    b) Ao atribuir valor à vida selvagem, oferece uma fonte de renda segura às populações locais, que passam a ser aliadas na exploração controlada.
    c) Oferece incentivo financeiro para que fazendeiros (terras privadas) ou o governo (reservas e concessões de caça) mantenham amplas áreas em seu estado natural.
    d) É um grande auxiliar no controle de populações de animais que tendem a se expandir de forma perigosa.
    e) Permite manejar de forma mais eficaz a fauna selvagem. No caso do blesbok (Damaliscus dorcas phillipsi) sul-africano, por exemplo, populações quase dizimadas em algumas áreas foram restabelecidas graças a sua reintrodução por e a partir de fazendas de caça.
    A segunda confusão comum diz respeito à caça de animais em extinção. A caça legal, via de regra, não os contempla. Às vezes, algum governo oferece, geralmente em leilões e com aprovação da Cites (Convention on International Trade in Endangered Species), poucos exemplares de alguma espécie constante das listas de animais em perigo. Faz isso para conseguir mais dinheiro para conservação, em casos em que obteve sucesso na reprodução e no manejo da referida espécie em determinada área, obtendo populações viáveis e com algum “excedente”.
    Em 2004, por exemplo, a CITES levantou a proibição total da caça legal ao rinoceronte negro, e aos governos de Namíbia e África do Sul foi permitido dispor de uma quota anual de cinco animais cada para fins de caça.
    O potencial de recursos angariados é alto: cada rinoceronte é avaliado em cerca de US$ 60 mil.
    No que se refere a animais que não correm perigo de extinção, há também exemplos interessantes. Na Tanzânia, de 1977 a 1983, a caça foi proibida. Em 1977, estimava-se em 380 mil o número de elefantes no país. Em 1983, essa população havia caído para 80 mil, sobretudo porque não se conseguia frear a caça ilegal. Com o restabelecimento da caça controlada, os números subiram: hoje, há cerca de 120 mil elefantes na Tanzânia.
    No Quênia, que também proibiu a caça em 1977 e a mantém proibida até hoje, a população de elefantes declinou de 170 mil para 25 mil. De uns dois anos para cá, o debate em torno da reabertura da caça controlada no Quênia tem se intensificado.
    Seria ótimo se o debate se intensificasse aqui também. Uma vez mais, ninguém é obrigado a gostar de caça.
    No Brasil, onde os discursos que envolvem o campo se limitam ao ecologismo e ao aventurismo, a probabilidade de a caça se tornar prática apreciada por multidões é reduzida. Mas não precisaria ser sempre ilegal. Nossa fauna -e não só caçadores enrustidos- poderia ganhar com isso.

    ANTONIO AUGUSTO MARTINS CESAR, 34, bacharel em direito, é diplomata de carreira.

    Responder
  • 5. Renata Bucciarelli  |  05/02/2009 at 17:32

    Ainda consigo ficar perplexa com atitudes dos seres humanos “racionais” deste planeta.
    O movimento ambientalista/sociedade civil está movimentando-se contra esse abate. Isso depõe contra a imagem do Brasil, além de crueldade é uma mancha na memória nordestina, deixando os cidadãos indignados .
    Já entendemos que algumas pessoas preferem motinhos em vez de jumentos. Usam, abusam do animal e depois “como gratidão”, eles viram comida de outros animais ou sua carne é importada.
    Minha carta além de um apelo contém uma idéia de saída para o problema. Nós votamos nos políticos acreditando que os mesmos serão nossos porta-vozes, façam já alguma coisa à respeito, não permitam o abate de jumentos, ajude-nos a acreditar que o Brasil ainda tem jeito, que nossas vozes serão ouvidas.
    Sou a favor de problemas resolvidos e acho essa solução de abate de jumentos uma péssima idéia.
    Já existem programas com equinos que ajudam crianças especiais a se integrarem mais com o mundo, já que o sexto sentido, a doçura e a passividade do animal em voga é fundamental para esse trabalho – comprovado e exibido em televisões de canais abertos e a cabo. Isso cabe a “todos os equinos, sem exessão”, cavalos, mulas, pôneis, pangarés e claro os jumentos também.
    Como sou radicalmente contra o abate, não só reivindico como cidadã que vota mas deixo aos senhores essa idéia, uma possível saída entre tantas, quem sabe esses animais possam viver com dignidade, ajudar crianças a melhorar de saúde, isso é só uma de muitas idéias… … … é só querer.
    Com certeza muita gente seria eternamente grata a todos os senhores que são tão solícitos a nós em suas campanhas políticas, que depois de eleitos nos representam; então é isso que nós queremos e esperamos.
    Com o agradecimento antecipado dos animais, dos ambientalistas, das crianças normais / principalmente as especiais, dos pais de todas essas crianças, da ” Cultura da Memória Nordestina”, enfim de todos os cidadãos que votaram e votam por um Brasil mais justo para todos sem exessão – aos Animais e Homens.

    Renata Bucciarelli*
    ” Portal Mulher ”
    Jornalista – São Paulo/SP

    Responder

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