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The Vocal People

06/07/2009

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Blog Espírito Livre

30/06/2009

Agora, o melhor conteúdo psicológico e espiritual

têm um novo endereço!

Blog Espírito Livre…

espirito-livre-net

www.espiritolivrebrasil.wordpress.com

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Riqueza e ecologia

30/05/2009

'Novo céu, nova era' - Sami Mattar

'Novo céu, nova era' - Sami Mattar

“Quando os visionários empreendedores, que geram grandes fortunas, descobrirem que precisam Ser antes de ter, a humanidade será beneficiada… Pois, no Ser redescobrirão que vieram ao mundo com a missão de dar apoio material e subsídios educacionais aos seus semelhantes…  Persistem a pobreza e a ignorância, em grande parte, por esquecimento, por descuido daqueles que acumulam as riquezas que deveriam circular naturalmente… “

“Os problemas ecológicos, superam-se, também, na consciência do Ser… Se os seres humanos cuidarem da ecologia individual, a ecologia global será, com certeza, beneficiada…”

Ashtaran

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Encontros Espírito Livre

25/05/2009

Topo

Os Encontros Espírito Livre reúnem conteúdos e práticas que permitem reequilibrar os veículos físicos (instintivo, motor e sexual) e psicológicos (emocional e intelectual), além de indicar o caminho para o resgate consciente da sintonia com o espiritual (o Ser Natural).

Dias: todas as quartas-feiras (4ª f).

Horário: início 20h00.

Dinâmicas:

- Práticas corporais / energéticas (reorganização energética = ‘alimento corporal’);

- Exposição de temas psicológicos, filosóficos e/ou espirituais (palestras ministradas por experientes facilitadores = ‘alimento intelectual’);

- Vivências (tigelas tibetanas, apresentações musicais, projeções de videoclipes etc. = ‘alimento emocional’);

- Meditação (para resgatar a consciência do Ser Natural – práticas Self-connection = ‘alimento anímico’; práticas diversas) .

Local: Rua São Carlos do Pinhal, 318 – 12º andar – Bela Vista – São Paulo – SP (atrás do prédio da TV Gazeta – Av. Paulista, entre as Estações Brigadeiro e Trianon do Metrô)

Contribuição: R$ 20,00 (menores de idade serão isentos; demais dependentes = R$ 10,00)

Convide os amigos e apareça!

Abraços,

Amir  El Aouar

(11) 3266-7113

PS. Por questões de segurança, agradeço se puder enviar um e-mail confirmando o seu interesse nos encontros, com seu nome completo e RG. Obrigado!

Contato: corpusvitae@hotmail.com

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Aprendendo com a água

23/05/2009

Tenho aprendido muito com a água…Kiki Mori - Garça e Igarapé - amaz.org.bbr

Ela não resiste, apenas flui… Sua existência é um misto de observação e movimentos presentes, naturais…

Opostamente, como uma pedra, a mente resiste de diferentes formas. As principais são a justificativa, o julgamento e a culpa…

Mas a natureza nos ensina a seguir adiante sem apegos, conectados com o a energia da Vida…

Quando decidimos que algo ou alguém deve ser dessa ou daquela forma, nos tornamos densos, pesados.

A Vida é sempre muito boa quando deixamos de resistir e nos tornamos, despegados, leves.

Na sintonia do Ser nosso movimento é amoroso e inteligente, assim como é o fluir da água…

Amir Ashtaran

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Informações (in)úteis sobre o corpo humano

16/12/2008

- A comida leva 7 segundos da boca ao estômago.

– Um fio de cabelo aguenta 3kg.

polegar1- O tamanho médio do pênis do homem é 3 vezes o comprimento do polegar.

- O fêmur é mais forte que concreto.

- O coração da mulher bate mais rápido que o do homem.

- Existem cerca de um trilhão de bactérias em cada um de seus pés.

- As mulheres piscam duas vezes mais que os homens.

- O peso médio da pele de uma pessoa é duas vezes maior que o do cérebro.

- Seu corpo utiliza 300 músculos para manter o equilíbrio quando você está parado em pé.

- Se a saliva não consegue dissolver algo, você não consegue sentir seu sabor.

- As mulheres que estão lendo este texto já terminaram.

- Os homens que estão lendo esse texto, provavelmente ainda estão ocupados medindo seus polegares… 

Mensagem enviada por Marcelo Marcolino – São Paulo-SP

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Primeira anestesia

10/12/2008
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Aos meus amigos

10/12/2008

Para todos aqueles que em 2008 me passaram correntes dizendo que, se reenviasse, ia ficar rico ou milionário, informo que NÃO FUNCIONOU!

Feliz Natal e… Em 2009 por favor mandem dinheiro ou presentes.

Obrigado!

(e-mail recebido em 10/12/08)

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Viva como as flores

03/12/2008

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Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Sinto ódio das que são mentirosas e ainda sofro com as que caluniam.

Viva como as flores, advertiu o mestre.

Como é viver como as flores? – Perguntou o discípulo.

Repare nestas flores, continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim. Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas.

É justo angustiar-se com as próprias sombras, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros tirem seu equilíbrio. Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento. Agora se você vê o mesmo em você. Agradeça e trabalhe em si mesmo. Exercite, a virtude de se manter neutro e aprender com tudo, deixando o que não serve do lado de fora. Isso é viver como as flores.

Enviado por www.razaoaurea.com.br

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Homens pelo fim da violência

20/11/2008

É incrível que idéias boas demorem tanto a circular, mesmo na era da internet. Só se explica isso pela resistência cultural ao abandono do machismo. Ainda bem que temos HOMENS aliados. Não sei se sabem, mas esse movimento nasceu há 20 anos no Canadá e há +/- 10 anos no Brasil. Nunca é tarde…

“Homens unidos pelo fim da violência contra as mulheres” é o nome da campanha da ONU  que o governo brasileiro lançou no dia 31 de outubro, por meio da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SNPM).
O objetivo da campanha é a de mobilizar homens de todo o mundo na luta contra a violência cometida contra as mulheres. Eles podem dar seu apoio assinando o manifesto que está disponível no site:

http://www.homenspelofimdaviolencia.com.br

Por favor, ajudem a divulgar. Repassem para seus mailings.
Essa corrente vale a pena.

Ione Cirilo
Terapeuta Xamã

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Superior x inferior

14/11/2008

sami-mattar-novoceunovaterra1Alto e baixo, espiritual e material, bom e ruim, bem e mal, superior e inferior etc. 

Quanto mais consciência, mais se percebe a unidade na diversidade…

É tempo de materializar o espírito e espiritualizar a matéria.

Ashtaran

(Arte de Sami Mattar)

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Sim, nós (todos) podemos!

10/11/2008

Tenho recebido, de inúmeras fontes, o ’majestoso’ primeiro discurso de Barack Obama, como presidente eleito.

É sem dúvida, um discurso emocionante, que reacende as esperanças, em especial do povo americano.

Ao lê-lo mais atentamente pude notar que o novo presidente dos EUA - uma nação que deu provas de que o marketing ostensivo tem seus dias contados -, não demonstrou muito interesse pelo sofrimento que o modelo capitalista americano tem causado mundo afora. Ele diz, enfaticamente, que os americanos podem! Mas, podem o que mesmo? Vejam só no que se tornou o sonho americano!

 

Não podemos esquecer que Obama é um político interessado, tanto quanto qualquer homem publico, nos votos de um povo que ‘faz vista grossa’ diante do caos gerado pela unilateral política americana. Devemos lembrar que ele representará um país exageradamente capitalista; o mesmo capitalismo que tem motivado um consumismo desmedido, fomentado por propagandas eticamente duvidosas.

 

Não estou sendo pessimista e nem querendo ser estraga prazeres. Mas, sinceramente, não vejo como um país que fomenta a desigualdade, pode mudar só porque elegeu um presidente negro? 

 

Observem que Obama, em seu discurso, fez questão de alimentar o sonho americano. Este mesmo sonho que se tornou um pesadelo para milhares de trabalhadores escravos (principalmente na Ásia e, até mesmo, no Brasil), um sonho que se tornou um tormento para milhões de pessoas que têm seus países impiedosamente invadidos e suas culturas desrespeitadas (árabes etc.). Está provado que este ’sonho americano’ não inclui um plano para diminuir o fosso das desigualdades sociais, ações para controlar as tragédias globais (ecológicas).

 

Prestem bastante atenção, pois chegou a hora despertarmos dessa hipnose induzida pelos marqueteiros americanos! Obama, certamente, continuará a defender os interesses dos poderosos capitalistas que o ajudaram a se eleger. Ele, também, irá fomentar este modelo imperialista americano – histórica fonte de sofrimento, que fomenta a desigualdade mundial.

 

Não podemos nos iludir! Barack Obama é o presidente dos Estados Unidos da América – um país aparentemente quebrado (onde foi parar toda a riqueza americana?). Esta mesma América que Obama, há tantos anos, tem colaborado como político.

Não tratemos Obama como um Messias, que defenderá os interesses da humanidade! Ele deixou claro que os americanos podem! E o resto do mundo, será que poderá alguma coisa? “Deus ‘salve’ a América”. E o resto do mundo, será que se ’salva’? Se faltam recursos para os ‘poderosos capitalistas’, será que sobrará algo para os miseráveis?

 

Difícil acreditar que um povo tão egocêntrico, como o americano, acostumado com uma abusada abundância, de uma hora para outra, neste momento de ‘crise’ interna, irá lembrar do resto do mundo!

O 3º mundo sempre viveu das migalhas. Agora, com certeza, até as migalhas serão recolhidas. Alguém tem duvida disso?

 

Pra que tanto entusiasmo com a eleição de um presidente americano? Não nos esqueçamos que somos LATINO-americanos!

Desculpe: Mesmo admirando algumas das coisas dos EUA (cinema, arte, música, ciência, tecnologia etc.), não consigo ser otimista diante desse exacerbado nacionalismo, que ’desconhece’ o resto do mundo!

Uma nova liderança mundial não deve ser esperada de um único homem! Todos os representantes políticos, de todo o planeta, em especial o povo que elege seus líderes, todos devem empunhar a consagrada bandeira da liberdade, da igualdade e da fraternidade. Reflitamos muito seriamente nessas palavras!

É chegada a hora de despertarmos das hipnóticas estratégias mercadológicas (mundialmente consagradas) que nos fazem sonhar. TODOS devemos assumir a responsabilidade pelo futuro das nossas nações e pelo presente (o agora) de toda a humanidade! Apenas esta união dará real sentido ao slogan: “Sim, nós (todos) podemos!”

Amir Ashtaran

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Um mundo sem pobreza

09/11/2008

MUNDO SEM POBREZA, UM
A EMPRESA SOCIAL E O FUTURO DO CAPITALISMO

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Tradutor:  SAAD, JULIANA A.
Autor:  YUNUS, MUHAMMAD

 

Editora: ÁTICA
Assunto: ECONOMIA INTERNACIONAL

Neste livro, Yunus conta um pouco de sua trajetória e descreve o lançamento das primeiras empresas sociais. Ele aborda a parceria com a Danone para a venda de iogurtes nutritivos por preço acessível a crianças subnutridas em Bangladesh, a construção de hospitais oftalmológicos que salvarão milhares de pobres da cegueira e dá sugestões de como chegar a um mundo sem pobreza (por exemplo, por meio da inclusão

 

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Área de fumantes

06/11/2008

Teto pintado na área de fumantes.

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A eleição americana e o anti-cristo

05/11/2008

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A novidade, pós-eleição americana, é a divulgação de mais uma das profecias de Nostradamus.
Estão dizendo que ele previu o surgimento de um terceiro anti-cristo com o nome de Mabus – justamente o nome de um assessor de Obama.


Gostaria de lembrar que o anti-cristo só existe dentro de nós. É o nosso próprio ego, logicamente, quando mal orientado! É desse anti-cristo que deveríamos estar nos dando conta. O resto é mera fantasia e/ou pura coincidência.


E por falar em coincidências, ‘Barack’ significa ‘Benção’ na língua árabe. Porque será que não divulgam isso?
Estarei torcendo e vibrando positivamente por Barack Obama e toda a sua equipe, a despeito de qualquer profecia!
Existe um ditado que é mais ou menos assim: “… se fixam na remela e se esquecem dos olhos’”… rs


Amir Ashtaran

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Candidatos trapalhões

19/10/2008

Respostas dadas por candidatos a emprego, extraídas da Revista Exame
 
Entrevistador – Então, você está construindo uma networking?
Candidato – Veja bem, eu não sou engenheiro, sou administrador.

Entrevistador – Como você administra a pressão?
Candidato – Ah, tranquilo.. 11 por 7, no máximo 12 por 8 .

Entrevistador – Manter sempre o foco é muito importante. E me parece que você tem alguns lapsos de concentração.
Candidato – O senhor poderia repetir a pergunta?

Entrevistador – Como você se sente trabalhando em equipe?
Candidato – Bom, desde que não tenha gente dando palpite, me sinto muito bem.

Entrevistador – Como você se definiria em termos de flexibilidade?
Candidato- Ah, eu faço academia. Sou capaz de encostar o cotovelo na nuca.

Entrevistador – Nós somos uma empresa que nunca pára de perseguir objetivos.
Candidato – Que ótimo. E já conseguiram prender algum?

Entrevistador – Vejo que você demonstra uma tendência para discordar.
Candidato – Muito pelo contrário.

Entrevistador – Em sua opinião, quais seriam os atributos de um bom líder?
Candidato – Ah, são várias coisas. Mas a principal é ter liderança.

Entrevistador – Noto que você não mencionou a sua idade aqui no currículo.
Candidato – É que eu uso óculos, e isso me faz parecer mais velho.
Entrevistador – E qual é a sua idade?
Candidato – Com óculos ou sem óculos?

Entrevistador – Quais seriam seus pontos fracos?
Candidato – Ah, é o joelho. Até tive de parar de jogar futebol.

Entrevistador – Há alguma pergunta que você queria me fazer?
Candidato – Eu parei meu carro lá na rua. Será que eu vou ser multado?

Entrevistador – Por que, dentre tantos candidatos, nós deveríamos contratá-lo?
Candidato – Eu pensei que responder a isto fosse seu trabalho.

Entrevistador – Como você pode contribuir para melhorar nosso ambiente de trabalho?
Candidato – Bem, eu começaria trocando a recepcionista, que é muito feia.

Entrevistador – Várias pessoas que se sentaram aí nessa mesma cadeira hoje são gerentes.
Candidato – Puxa, o fabricante da cadeira vai ficar muito feliz em saber  disso.

Entrevistador – Quando digo ‘Sucesso’, qual a primeira palavra que lhe vem à mente?
Candidato – Pode ser duas palavras?
Entrevistador – Pode.
Candidato – Milho. Nário.

Enviado por Antonio Carlos (www.dant.com.br) – São Paulo-SP

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A história das coisas

13/10/2008

O que é História das Coisas?

Da extração e produção até a venda, consumo e descarte, todos os produtos em nossa vida afetam comunidades em diversos países, a maior parte delas longe de nossos olhos.

História das Coisas é um documentário de 20 minutos, direto, passo a passo, baseado nos subterrâneos de nossos padrões de consumo.

História das Coisas revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.

História das Coisas é um vídeo que nos ensina muita coisa, nos faz refletir, e pode mudar para sempre a forma como vemos os produtos que consumimos em nossas vidas.

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Invisibilidade pública

25/09/2008

Gente invisível

Psicólogo investiga a vida das pessoas que, ao vestir um uniforme, ganham invisibilidade – são tratadas como se não existissem

PAULA MAGESTE

Em novembro de 1994, o então estudante do 2º ano de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) Fernando Braga tornou-se invisível.

Leia toda a matéria da Revista Época

Enviado por Ione Xamã – São Paulo-SP

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A arte de comer bem

05/09/2008

O que é comida de verdade? Nada disso que costumamos ingerir!

Pelo menos é o que prega o Dr.Will Clower, autor de ‘A não-dieta dos franceses’, lançado recentemente pela editora Campus. O médico neurofisiologista desenvolveu, durante sua estada de dois anos no Institute of Cognitive Sciencesem, em Lyon, na França, um plano de 10 etapas para nunca mais fazer dieta e, ainda assim, emagrecer com saúde, como os franceses.

‘Descobri que os franceses violam todas as regras alimentares que estipulamos para nós. E, apesar de seus cremes, queijos, manteigas e pães, a taxa de obesidade na França é de apenas 11,3% da população,

segundo pesquisa realizada em 2005 pela internacional Obesity TaskForce. O programa de emagrecimento saudável é baseado em quatro grandes princípios básicos:

- comer alimentos de verdade, aprender a comer, reduzir a quantidade de comida e ser ativo, sem necessariamente se exercitar’ explica no livro.

Segundo o médico, estamos inundados de alimentos artificiais – açúcares sintéticos, gorduras sintéticas e produtos alimentícios artificiais.

Falta-nos reaprender o que é comida de verdade, já que é a ingestão dela que proporciona ao corpo a nutrição na forma que ele necessita.

Clower afirma que em vez de estimular a ingestão de novas substâncias químicas para enganar o organismo, o programa mostra por que alimentos de verdade funcionam em favor do corpo.

‘Temos que reaprender o que é comida de verdade. Alimentos de verdade são os produtos naturais, que podem ser encontrados em um texto de biologia e que normalmente fazem parte da cadeia alimentar.

Refrigerantes não dão em árvore, margarina é uma invenção, e os corantes, conservantes e estabilizantes que aumentam a vida do produto não foram feitos para o nosso corpo’, defende.

Em sua observação dos costumes alimentares locais, o médico descobriu que os franceses não comem alimentos processados, não evitam gorduras, chocolates e nem carboidratos, não tomam suplementos alimentares, não se abstêm do vinho no almoço e no jantar e não comem com pressa. Ao adotar os hábitos franceses, ele a mulher emagreceram, onze e cinco quilos respectivamente.

- Em uma volta pelo supermercado fiquei impressionado com os laticínios – fileiras e fileiras de queijos, uma geladeira inteira só  pra iogurtes e queijos frescos.. Onde estavam os produtos lights?

Entre outras dicas, Clower prescreve uma limpa na despensa e na geladeira, com o auxílio de uma lista de produtos que devem ser descartados , os que se deve ter em casa , fala sobre os benefícios da cerveja e do vinho, com moderação, é claro, da importância de se passar mais tempo à mesa, usufruindo do sabor da comida e de como isso auxilia a diminuir o tamanho das porções, e da necessidade de se manter ativo. Os resultados, garante ele, surgem em seguida..

Alimentos que devem ser descartados da despensa e da geladeira:

- Refrigerantes

- Produtos diet

- Molhos semiprontos

- Biscoitos salgados

- Chips que levem gordura hidrogenada

- Purê de batata em caixinha

- Sucrilhos e cereais para o café da manhã

- Pratos prontos (para levar ao microondas)

- Batata frita congelada

- Iogurtes diet e light

- Pizza congelada

Alimentos que se deve ter em casa:

- Grãos (granola, aveia, arroz)

- Hortaliças (feijões, cebola, batata, abóbora, tomate)

- Óleos e vinagres (azeite de oliva, óleo 100% vegetal, vinagre)

- Produtos de padaria (farinha, ervas, temperos, açúcar mascavo, pimenta, sal)

- Lanches (frutas desidratadas, biscoitos não hidrogenados, nozes, azeitona)

- Condimentos (mostarda, maionese de verdade)

- Bebidas (suco de frutas, chás, água, vinho)

Plano de 10 etapas para nunca mais fazer dieta:

1 – Comer devagar. Comer muito rápido faz comer mais.. O estômago demora cerca de 20 minutos para mandar um sinal para o cérebro. Comendo devagar, o cérebro tem tempo de receber a mensagem de que seu corpo está satisfeito.

2 – Garfadas menores. O paladar está na superfície da língua. Se a sua boca está cheia de comida, você nem sente o gosto.

3 – Concentre-se na comida. Comer em frente à TV ou no carro faz o momento se tornar irrelevante. A falta de atenção faz com que se coma demais.

4 – Apóie o garfo no prato. Se ainda tem comida na sua boca, coloque o garfo no prato. Não encha-o novamente até que tenha engolido.

5 – Sirva a comida em pratos pequenos. Isso resolve dois problemas de uma só vez: o de lavar a louça e o fato de você comer com os olhos.

6 – Comida sem gordura engorda. Comidas sem gordura não satisfazem e contêm mais açúcares.

7 – Se não for comida, não coma. Nosso corpo sabe o que é comida de verdade: carnes, frutas, verduras. Invenções como coca-cola causam problemas de saúde e de sobrepeso.

8 – Coma em etapas. Coma a salada primeiro. Isso ajuda a ganhar tempo à mesa e previne que você coma rápido e em grande quantidade.

9 – Gordura é necessária na dieta. Seu corpo e cérebro necessitam de gordura para serem saudáveis. Você come um nível normal de gordura quando come alimentos de verdade, como manteiga, azeite, castanhas e queijos.

10 – Alta qualidade da comida leva a comer menos quantidade.

Texto enviado por Candida Amaral – São Paulo-SP

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Consciência que liberta

09/08/2008

Entrevista publicada na Revista O Ponto de Junho de 2006

Robert Happé nasceu em Amsterdã, Holanda, debaixo de um bombardeio. O pai havia sido preso por soldados alemães e a família de mulher e três crianças foge para uma cidade menor e mais segura. O irmão e a irmã mais velhos brincam na rua, enquanto a mãe tenta dar de comer para o mais novo. Aviões sobrevoam o lugarejo. Nova explosão e a rua inteira está em ruínas. Da casa só resta a cozinha. Da família só ficam a mãe e o garoto. A mulher desaparece e uma família pega o menino para criar. Pouco mais de um ano após o fim da guerra, um homem aparece e diz: “Eu sou seu pai.” O menino se agarra ao destino. O pai encontra a mãe em um hospital psiquiátrico e a família volta para Amsterdã para recomeçar a vida e continuar o drama. Uma nova criança nasce, dando força â família do pós guerra. Mas a mulher adoece de câncer e tempos depois morre. O garoto continua vendo a mãe, que aparece para dizer que “tudo está” bem. Com seus 16 anos, ele coloca uma mochila nas costas e parte para a grande aventura de descobrir o mundo e seus mistérios. “Por que a vida é assim?” Por que todo mundo mata todo mundo?” Por que tanto sofrimento?” Ele estuda psicologia, mas não encontra respostas ali. É tempo de servir o Exército, mas o jovem não quer aprender a matar pessoas. Fica preso por desobediência, lava latrinas e trabalha na cozinha, até que o Exército se livra do soldado fracassado. Sem dinheiro e com muito pouco a perder, o rapaz viaja pela Europa de carona. Na Suíça, trabalha na cozinha de um restaurante. Depois, de garçom em bares da Espanha. Conhece o submundo dos clubes de jogos na Inglaterra, onde trabalha nas mesas de pôquer. As antigas perguntas permanecem na cabeça e ele segue para o Líbano atrás das respostas. Depois passa cinco anos estudando Filosofia Oriental na Índia. Não foi suficiente e ele continua viajando pelo país. Depois vai para o Nepal, Tibet e, finalmente, Camboja, onde, aos 31 anos, termina a busca e começa a missão de dividir com o mundo seus conhecimentos sobre o significado da vida.

Hoje, aos 65 anos, o filósofo Robert Happé é um desses seres humanos raros, que abraçam e beijam todo mundo. Nesses mais de 30 anos de peregrinação, tem encantado platéias por onde passa, não apenas por suas idéias, mas pela maneira simples com que fala delas. Autor do livro Consciência é a Resposta (lançado em 1997 pela editora Talento), atualmente divide seu tempo entre a convivência com a família – ele é pai de um garoto de 14 anos -, a produção de um segundo livro e os seminários na Europa, Estados Unidos, Argentina e Brasil, país que ele define como “a última esperança”.

O PONTO – Você nasce na guerra, perde seus irmãos e mais tarde sua mãe. Certamente essas experiências marcaram sua infância e juventude. Foi nestas circunstâncias que você desperta para a busca do conhecimento sobre o significado da vida?

ROBERT – Eu sempre senti que não era desse planeta, que todos eram muito diferentes de mim e que precisava buscar a verdade sobre a vida e sobre mim mesmo. Minha mãe aparecia para mim e eu me perguntava: “Sou louco? Onde está minha mãe? O que ela faz lá? Por que fala comigo?”. Queria entender por que todo mundo mata todo mundo, por que há tanto sofrimento e por que a vida é assim. Então, eu já caminhava para a busca de respostas, mas a consciência disso veio bem depois.

O PONTO – Na busca por essas respostas, você percorre vários países e se aprofunda na cultura oriental, mantendo contato com Vedanta, Budismo, Taoísmo… Como foi essa experiência e que lições você tirou disso?

ROBERT – Na Índia eu descobri que a vida continua depois da morte. Mas nestas viagens eu também descobri que todas as religiões falam as mesmas coisas, mas de formas diferentes e umas contra as outras. Percebi que as pessoas não estudam para encontrar a verdade, mas para adorar suas religiões. Quando você adora sua religião, você não questiona e acaba virando as costas para a verdade. E eu sempre questiono.

O PONTO – Então você queria mais.

ROBERT – Sentia que não era só aquilo e que precisava de mais experiência de vida, por isso continuei viajando, vivendo no Nepal, Tibet e no Camboja, e estudando com os gurus. Mas também não fiquei satisfeito.

O PONTO – Mas foi no Camboja que você viveu sua maior experiência mística.

ROBERT – No Camboja, as pessoas são muito amáveis, mas, como no Nepal e no Tibet, há muita ignorância. Eles não vivem a consciência do coração, vivem através dos dogmas. Por exemplo, os monges cambojanos têm tudo nos templos para plantar e comer, mas saem para as ruas para pedir comida, esmolas. Eu pensava que aquilo estava errado, que eles deveriam fazer o contrário, levar comida e ensinamentos do templo para as pessoas que estavam do lado de fora. Então eu deixei a comunidade com um sentimento de que era o fim da rua para mim. Estava muito triste, parei e fiquei meditando. Então decidi ir para a floresta. Na floresta, passei a me alimentar do que a natureza me oferecia. Com o tempo, comecei a perceber coisas, luzes que iam ganhando formas. Eu vi os espíritos da Natureza. Esses seres vinham me visitar e uma vez eles pediram para que eu os seguisse. Não sei quanto tempo, mas depois de goras, dias, eu chego num lugar no meio da floresta e eles afastam a vegetação e então eu vejo uma grande rocha e e nela a figura do Buda esculpida. Eu fiquei perplexo. Eles não falavam comigo, mas faziam gestos para que eu tocasse na imagem. No momento exato em que coloco as mãos na pedra, foi como se abrisse uma tela na minha mente. Eu vi uma grande cidade e no centro dela um templo. Dentro do templo havia três budas e um deles tinha o meu rosto.

O PONTO – Foi neste momento que você encontra as respostas que estava procurando?

ROBERT – Neste momento eu me conecto com a Akasha, que é a grande biblioteca do universo, onde estão arquivados todos os conhecimentos sobre a humanidade. A partir daí eu comecei a aprender o que estamos fazendo aqui neste planeta. Eu passei a fazer perguntas para a Akasha sobre meu passado, a nossa história, quem nós somos e por que estamos aqui.

O PONTO – Você já sabe quem você é?

ROBERT – Não tudo. Todos nós somos muito mais do que sabemos.

O PONTO – Quanto tempo você ficou na floresta e como voltou para a civilização?

ROBERT – Eu vivi na floresta por três anos e passava meus dias acessando a Akasha e estudando. Aquele passou a ser o meu mundo e eu não queria sair de lá. Mas soldados norte-americanos me encontraram, me colocaram num helicóptero e me largaram em Bangkok (Tailândia). Era a guerra do Vietnã. Eles estavam tirando as pessoas dos vilarejos porque não queriam que ninguém soubesse o que estava acontecendo. Aldeões falaram que havia um estrangeiro na floresta e os soldados foram atrás de mim.

O PONTO – De volta à civilização, você começa a divulgar seus conhecimentos?

ROBERT – Eu estudei Taoísmo, ensinei filosofia na Inglaterra por quatro anos e, finalmente, passei a viajar pela Europa, fazendo seminários para dividir meus conhecimentos com outras pessoas.

O PONTO – A humanidade segue sua trajetória evolutiva e agora, na Era de Aquário, você diz que as pessoas estão começando a valorizar o conhecimento da razão pela qual estamos no mundo. Você pode apontar sinais ou fatos que demonstram que a “Era da busca da compreensão do significado da vida” começou?

ROBERT – As energias de Peixes e Aquário são diferentes. Antes, na Era de Peixes, havia segredo. Agora, tudo está aberto. Todos que têm algum conhecimento querem falar. Uma coisa que é prova dessa mudança é que muita gente começa a ver como é desonesto e corrupto nosso sistema. Quando as pessoas começam a ver que são como ratos em caixas, elas começam a sair das caixas. Com essa liberdade, as pessoas começam a buscar uma forma diferente de viver.

O PONTO – A história da humanidade é marcada pela busca do poder. O poder do homem sobre a natureza, do homem sobre o homem, de uma ideologia sobre a outra, de uma nação sobre as demais. Essa busca pelo poder tem contribuído para a manutenção de uma mundo cheio de medos, conflitos e incertezas, fazendo com que as pessoas passem suas vidas correndo atrás de pequenos poderes que lhes permitam não sentir medo, nem viver conflitos e incertezas. Essa corrida, no entanto, não premiou as pessoas com o que elas esperavam, a felicidade. Gostaria que você comentasse sobre isso.

ROBERT – É preciso entender que todos nós somos programados para pensar de uma determinada forma. O governo parece nosso amigo, os professores parecem nossos amigos, mas eles não falam o que é bom para nós, eles não ensinam sobre nossos valores, nossas qualidades, eles não lembram que somos seres criadores. Eles ensinam a copiar. Por esse motivo, poucas crianças gostam da escola, porque elas sentem que alguma coisa está errada. Os jovens não são convidados a questionar e a melhorar as coisas, apenas a repetir. Nesse modelo somos tratados como números, fazemos provas a todo o tempo e quando a criança faz vem a prova ela é um bom robô. Crianças criativas escrevem as coisas que elas pensam e, por isso, são maus robôs. Com essa manipulação, tira-se a identidade da pessoa. Então, nós precisamos informar as pessoas que não somos robôs, somos seres criadores. Todos nós valorizamos os conhecimentos acadêmicos, mas nós precisamos lembrar quem nós somos. Esse é o conhecimento que devemos levar daqui.

O PONTO – Por que há tanta fome no mundo, tantos conflitos entre nações, etnias e dogmas religiosos?

ROBERT – Porque nós não aprendemos a amar os outros. Nós aprendemos a cuidar da nossa família e a pensar que o resto do mundo não é importante. Você ama a sua cultura e a outra cultura não presta. A pessoa não vê que o ser humano é uma só família.

O PONTO – Qual a relação entre poder, dinheiro e felicidade?

ROBERT – Poder, aqui no nosso planeta, é visto no dinheiro. Quanto mais dinheiro, mais poder. Isso é ilusão. Porque um dia, quando todo o sistema entrar em colapso, as pessoas que têm apenas dinheiro vão ficar sem nada, de uma hora para outra. O verdadeiro poder é o amor. O seu poder é o seu amor. Amor é espírito e espírito é sabedoria. Nosso espírito nos guia através da nossa intuição para fazermos a coisa certa. Não é importante o que você sabe aqui (na cabeça), mas o que você sabe aqui no coração. O importante é que você tenha um canal aberto com a sua intuição, para que a intuição o leve às coisas certas. Quando você usa a intuição, você tem confiança em si mesmo. Ops, pouca gente tem! Quando você tem confiança no seu poder, no seu coração e na sua ligação com o espírito, você tem a resposta para tudo e automaticamente conecta e expressa a sua verdade. Essa conexão com o coração, com o espírito, faz com que toda a prosperidade venha ao seu encontro, porque você está sendo criador da sua vida. Se você é o criador, você não vive na pobreza.

O PONTO – O que você recomendaria para quem está interessado em buscar esse saber?

ROBERT – As pessoas precisam entender um pouquinho das leis do universo. Por exemplo, a lei do carma. O que você atrai para sua vida é conseqüência da sua criação. Quando você encontra uma pessoa que é má para você, não brigue mais. Pense: “O que eu preciso mudar na minha consciência para não atrair mais essa experiência?”. Quando a gente pensa desse jeito, a gente começa a mudar para uma consciência mais tolerante e amorosa.

O PONTO – No nosso dia-a-dia vivemos situações que revelam nossa maneira “ultrapassada” de ser e lidar com a realidade e que são oportunidades de mudança, portanto, merecedoras de nossa atenção. Qual o papel da intensificação dos nossos problemas e dos conflitos no mundo no despertar da nossa consciência e no encontro com o nosso poder interior?

ROBERT – A intensificação está acontecendo porque não fizemos nada no passado para melhorar. Quando você olha o mundo e todo esse caos, isso é o reflexo do nosso desinteresse no passado da nossa vida, é o espelho da falta do amor. Esse espelho fica mais forte para estimular as pessoas a mudar. É um empurrão para a humanidade. Tudo que está acontecendo para você é o seu passado. O que é bom no passado é bom agora, o que é ruim no passado é ruim agora. Você deve mudar, e essas experiências são uma nova chance para isso. Todo encontro é um encontro com você. Quando você encontra alguma coisa que você não gosta, esse é o momento de se perguntar por que você não gosta. O que você vê de dificuldade em outras pessoas é o espelho das suas inabilidades, da falta do conhecimento de si mesmo. Quando você entende isso, você responde de um forma diferente. Isso requer atenção e treino. Precisamos estimular as pessoas a reconhecer o que é verdadeiro e o que não é. Precisamos viver com mais responsabilidade e honestidade, para com o próximo e para com nós mesmo. Precisamos descobrir que somos divinos.

O PONTO – É possível que, ao lerem seu livro ou ao ouvirem você nos seus seminários, as pessoas se sintam animadas diante da possibilidade de descobrir uma forma mais feliz de viver. Mas é possível, também, que se sintam angustiadas diante da dificuldade de colocar em prática essa nova forma de viver.

ROBERT – O único obstáculo que impede que as pessoas consigam isso é o medo. Quando você é criança, você escuta a mesma coisa. Você tem que fazer o que os outros dizem, mas você quer fazer outra coisa, então é punido. Então, adquire todos os medos, medo da morte, da solidão, do futuro e não sabe mais como criar, ficando totalmente controlado por dogmas e pensamentos que não são verdadeiros. Quando você tem medo, você nunca expressa o seu verdadeiro ser, você expressa o seu medo. Você deve se perguntar quais são seus medos. Depois, um por um, você deve ir eliminando.

O PONTO – Você fala que estamos num mundo tridimensional no qual nossa missão é recordar quem realmente somos e expressar nossa sabedoria, através da compreensão e aceitação das polaridades, do conhecimento sobre nós mesmos, e da conquista da liberdade diante das possibilidades. Para que outros mundos nos levará esse conhecimento?

ROBERT – Nós estamos no mundo que nós merecemos. Nossa consciência nos leva para níveis onde nos sentimos confortáveis. Pessoas amorosas, com habilidade para reconhecer as outras pessoas como parte da sua família, são diferentes de pessoas que olham as outras pessoas para usar e ganhar mais dinheiro. Nosso mundo vai se dividir em dois, ficando uma parte na terceira dimensão e outra, espiritual, vai para níveis mais elevados de amor e luz.

O PONTO – “Os eventos do mundo externo são reflexo do mundo interno.” Como podemos mudar o mundo à nossa volta?

ROBERT – A única coisa que você pode mudar é a si mesmo. Quando você tem outra atitude, outro jeito, você é um exemplo para as outras pessoas. Então, você muda o mundo através da sua atitude.

O PONTO – Fala-se que o Brasil é o “celeiro do mundo” e que também é a “Pátria do Evangelho”. Como o senhor vê o Brasil?

ROBERT – O Brasil é a última esperança. Aqui, a maioria das pessoas tem muita conexão com os sentimentos. As pessoas são muito mais conectadas com o lado espiritual. Além disso, temos muito cristal no Brasil, que atrai luz. No futuro, muita gente vem para cá, porque teremos abundância em comida e abundância em amor.

O PONTO – O que não pode deixar de ser dito para um grande empresário?

ROBERT – Sirva às pessoas. Nós precisamos fazer negócios para servir às pessoas e ajudá-las a viver bem.

O PONTO – Para um operário que volta para casa depois de um dia de trabalho?

ROBERT – Acredite em si mesmo. A pobreza está dentro da consciência. Quando ele encontrar a riqueza interior, ele deixará de ser pobre. É preciso aprender que todo trabalho é um servir. Quando todos entenderem isso, não teremos mais problemas.

O PONTO – Para um governante?

ROBERT – Se ele é um governante é porque tem habilidades para liderar, portanto ele deve liderar as pessoas para chegarem à paz, com elas mesmas e com os outros. Deve usar de criatividade e trabalhar não para ganhar, mas porque adora trabalhar.

O PONTO – E para os jovens?

ROBERT – Os jovens precisam entender que são criadores e que chegam aqui para criar um mundo melhor. Se eles fazem a mesma coisa que fizeram no passado, eles não vão melhorar nada. Devem observar com novos olhos e perguntar: “Eu quero fazer isso?” Devem fazer suas escolhas e sentir mais confiança em si mesmos, expressando o que eles pensam para melhorar.

O PONTO – Como devemos olhar as crianças?

ROBERT – Todas são seres de luz muito avançados e que vieram aqui para nos ensinar.

Fonte: www.roberthappe.net

Foto: ‘Angels Reborn’ – Augusto Peixoto / Fonte: olhares.com

Conteúdo enviado por Marisa Risan - S. J. Campos- SP